Spin | “Pô, quer que desenhe?”
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19 ago “Pô, quer que desenhe?”

 

“Sim! Por favor…desenhe, quer papel e lápis?”

Fico imaginando a expressão de perplexidade no rosto do explicador frustrado diante de uma resposta como esta. Certamente ele não espera esta ou qualquer outra resposta afinal “quer que eu desenhe?” não é de fato uma pergunta, é apenas uma forma engraçadinha de chamar de burro quem teima em não entender o que estamos tentando explicar. Mas será que o problema está sempre no mal entendedor ou o explicador poderia, quem sabe, talvez…explicar melhor?

Para começar a responder à esta pergunta sugiro sairmos da simples ameaça de desenhar e começarmos a cumpri-la. Melhor ainda, que tal começar logo com o desenho ao invés de ameaçar  usá-lo apenas quando nada mais parece funcionar?

Calma, eu sei o que você está pensando, mas estas 2 barreiras que você acabou de levantar são ilusórias, você vai perceber já já.

1) “Desenhar é para explicar para gente burra”

Explicar desenhando não desdenha da capacidade cognitiva de ninguém, ao contrário – ao construir um raciocínio com a ajuda de símbolos, setas, cores…você é “obrigado” a organizar suas ideias numa sequência lógica. Começo, meio e fim, sabe? Oferecer um raciocínio estruturado é uma demonstração de respeito ao tempo do outro. Explicar desenhando é para gente que não tem tempo a perder.

Outro efeito colateral de simplesmente traçar algumas linhas numa folha de papel é que você sutilmente convida quem está escutando (e agora vendo) a interagir com o seu raciocínio de maneira tangível e visual. Em alguns segundos, a conversa antes abstrata e errática se torna uma discussão objetiva e direta à quatro mãos – apontando e editando os rabiscos – e também “à dois cérebros” trabalhando juntos e ativamente para gerar entendimento. Não é o tipo de convite que uma pessoa inteligente faz a um burro.

2) “Ok, mas eu não sei desenhar”

Nós, como civilização e como indivíduos,  nascemos desenhando. Nas paredes das cavernas ou nas da sala de jantar de casa (para desespero dos pais), a necessidade de rabiscar para nos expressarmos nasceu junto conosco, nunca foi embora e nem vai. A boa notícia é que se por um lado a necessidade nunca nos abandona, por outro a capacidade de fazê-lo também não. Como diz o Dan Roam no seu excelente “Back of the napkin”, qualquer um de nós tem habilidade mais que suficiente para se comunicar desenhando. Se você consegue desenhar um círculo, um triângulo e algumas setas…você está apto, acredite.

E se foi alfabetizado então…aí ninguém lhe segura! Você pode não se dar conta mas letras são desenhos que fazemos às centenas todos os dias. São símbolos bem específicos sobre os quais combinamos regras bastante rígidas mas, em essência, são desenhos. Engraçado notar isso, pode parecer que Deus um dia fez o céu se abrir e nos deu, de um lado as letras e de outro as formas, diferentes em suas naturezas e, portanto, destinadas a viverem em universos distintos, mas A, quadrados, B, hexágonos, C…fazem parte de um mesmo esforço contínuo do homem se expressar, esforço com o qual você tem estado totalmente familiarizado desde que nasceu.

Desenhando para educar

Agora que sei que você não vai ficar ofendido nem envergonhado de pegar um pedaço de papel e um lápis e rabiscar um pouco, queria lhe propor duas maneiras de colocar o desenho para mudar a maneira que você faz seus treinamentos.

1) Ao vivo: Algumas canetas coloridas e um quadro branco, isso é tudo que você vai precisar. A ideia aqui é simples mas a mudança é poderosa – ao invés de trazer o conteúdo pronto e formatado em slides bonitos mas que fragmentam o raciocínio que você pretende compartilhar, que tal partir deu um quadro branco e ir construindo com as pessoas este raciocínio? Use elementos simples, palavras-chave, cores, setas…e vá narrando o que vai passando pela sua cabeça. Faça em partes, com intervalos para discussão. Convide as pessoas a completar ou editar seu desenho, no início pode parecer difícil fazer os primeiros traços mas você vai se surpreender em como as pessoas se sentem encorajadas a rabiscar em cima de rabiscos.

2) Faça o dever de casa: Outra maneira de colocar o poder da informação visual para alavancar os resultados dos seus treinamentos é analisar a informação que será passada para identificar oportunidades de gerar esquemas, diagramas ou mesmo pequenos infográficos…muitas vezes com os mesmos recursos simples (uma vantagem de fazer o dever de casa antes é que você pode pesquisar imagens, ícones, etc para incrementar suas visualizações) você consegue sintetizar 8, 10 slides em 1 folha A3.

E seu quiser usar o próprio Powerpoint, os recursos de animação permitem que você monte seus esquemas na tela passo a passo, auxiliando na didática.

E aí, vale tentar? Dá medo? Sei que a resposta para as duas perguntas é sim e por isso mesmo nos nossos próximos papos vamos ficar ainda mais práticos e perder um pouco mais a vergonha – vamos exercitar sua capacidade de gerar visualizações simples mas eficazes.

Até a próxima.

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